sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Bento XVI poderá visitar México e Cuba em 2012

Cidade do Vaticano (RV) – Bento XVI tem projetos de uma possível viagem ao México e à Cuba para meados de 2012. A informação é do Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, que anunciou, na manhã desta quinta-feira, a possibilidade dessa dupla viagem apostólica.
Pe. Lombardi explicou os motivos dessa viagem: “a espera do povo mexicano se faz perceber, o Papa a leva em consideração e sente-se honrado em poder finalmente atende-la”. “O Papa foi ao Brasil – complementou o Diretor -, mas os países da América Latina de língua espanhola desejavam uma viagem para eles, e o México é o mais populoso”.
O representante vaticano destacou que “Cuba é um outro país que desejava muito ver o Papa Bento XVI, que jamais esqueceu a histórica visita de João Paulo II, no qual, além disso, a Igreja e a povo vivem um período importante das suas histórias e a presença do Papa será um grande encorajamento, em particular no grande aniversário do quarto centenário da descoberta da imagem de Nossa Senhora da Caridade do Cobre”. ´
Pe. Lombardi ainda ressaltou: “Desde a Conferência Continental de Aparecida, da qual o Papa participou há quatro anos, a América Latina tem-se empenhado na grande Missão Continental de evangelização, e o Papa quer incentivar toda a Igreja nesse grande objetivo, inclusive ao longo da preparação à celebração do Ano da Fé.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A busca pela vida ascética e mística - parte I

Por Sem. Damião Clodoaldo Oliveira
Filósofo pela UFS e estudante de Teologia do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição

“É justo que muito custe o que muito vale”
Santa Teresa de Jesus D’Ávila

Pensar em vida espiritual séria, profunda e feliz é pensar nos grandes santos da Igreja. Onde suas vidas e seus escritos tem levado a tantos cristãos a viver uma profunda vida de oração como caminho de encontro com Cristo. Unir-se a Jesus não é mais meta de alguns poucos, mas de todos os batizados. Porém, uns desenvolvem mais essa vida profunda de intimidade com Deus, como é o caso dos santos da Igreja. Sem a oração, que inclui necessariamente os sacramentos, não há como viver a caridade de Cristo e por ela unir-se ao Esposo. O poder da oração profunda é tão extraordinariamente transformador que envolve a vida em todos os seus aspectos e com tal profundidade que o orante vem dizer como São Paulo: “Já não sou eu que vivo”. É Cristo que vive em mim!”. Assim, é a oração, relacionamento de amizade com Deus, fonte de felicidade e de santidade.

Jesus é, portanto o interlocutor do orante, o mais intenso desejo e único caminho do homem. Caminho diferente de todos os outros apresentados pela engenhosidade humana. Caminho esse de perfeição apresentado por Santa Teresa D’Ávila no seu escrito Caminho de perfeição que é tornar-se cada vez mais configurado a Cristo, a cada dia mais perfeito na caridade, na vontade e aos segredos do coração do Esposo.

Nesta pesquisa faremos uma análise sobre a vida ascética e mística que reconhece na vida contemplativa os meios de unir-se a Deus. Caminho de ascese que leva o homem a um profundo autoconhecimento de si mesmo e dos designos de Deus para si.

Não podemos esquecer a nenhum instante que a vida espiritual é concreta e que compreende ao caminho da pessoa rumo a Deus. É o homem inserido em sua condição histórica e individual. É preciso tomar consciência que nesse caminho o homem enfrentará obstáculos interiores e exteriores. É necessário, sobretudo, identificar os efeitos do pecado sobre nossa vida cristã e os meios que temos para lutar na busca da santidade e do assemelhar-se a Cristo. Para que haja progresso na vida espiritual é preciso reconhecer os aspectos que dificultam o movimento da graça.

Ascese: Definição e Etimologia

Partindo dessas considerações e da condição do homem em ser pecador, na busca da santidade surge à necessidade da ascese. A palavra ascese do grego σκησις, significa exercício, esforço, que consiste na prática da renúncia do prazer ou mesmo a não satisfação de algumas necessidades primárias, com o fim de atingir determinados fins espirituais. É um exercício voluntário que visa subordinar todas as tendências negativas à luz da razão e ao movimento e dinamismo da graça.
           
“Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem são chamados a plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade”. (Lumem Gentium, 40)

O caminho de perfeição passa pela cruz. Não existe santidade sem renúncia e sem combate espiritual. O progresso espiritual envolve ascese e mortificação, que levam gradualmente a viver na paz e na alegria das bem-aventuranças. Todos são chamados à santidade: “Deveis ser perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito”( Mt 5,48).           

Caminhos e meios de ascese

Essa necessidade de luta espiritual é afirmada de forma clara nos Evangelhos, em que toda vida moral e religiosa está icluído concretamente um esforço de ascese. “A essa necessidade se relaciona marcadamente o sentido da penitência, necessária para reparação dos pecados e para obtenção de graças particulares: oração, jejum e obras de misericórdia, retiros, exames de consciência, direções espirituais e os sacramentos completam-se reciprocamente”. São João Batista representa exatamente uma corrente de vida espiritual fundamentada na austeridade, disciplina da vida e apresentada como preparação para a conversão. Aos atletas se impõem uma ascese rigorosa; eles, por uma coroa perecível, mas, nós por uma coroa imperecível. Portanto, todos são chamados a viver uma disciplina que os faça reconhecer os seus pontos fracos levando o mesmo a se esforçar para libertar a vida de caridade voltada para Deus e para os outros.
...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O Senhor nos conduz ao essencial

Com a desculpa de contenção de despesas, a
Irlanda, antes tão católica, fechou sua embaixada
junto à Santa Sé. Há outros países pensando no
mesmo.
Devemos nos acostumar: cada vez mais o mundo reconhecerá menos a importância da religião e o papel da Igreja. Do papel da Igreja na história, o mundo faz questão de recordar aquilo que foi negativo e faz questão de esquecer o tanto, tão muito de positivo e meritório!
Não nos assustemos: é o Senhor, pouco a pouco, conduzindo à Igreja pelos seus caminhos, que não são os nossos.
O que nos espera? Incompreensões, marginalizações, perseguições veladas, redução à insignificância. Pessimismo meu? Nada disso! Sereno e firme realismo!
 É o Senhor nos conduzindo ao essencial: crer nele, viver nele, esperar nele, testemunhá-lo, com simplicidade e serena firmeza! É nossa herança, nossa vocação, nossa alegria, nossa salvação!


Texto retirado do blog de Sua Excelência Reverendíssima Dom Henrique Soares da Costa.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Catequese de Bento XVI - Dia de finados

Sala Paulo VI, Vaticano
Dia dos fiéis defuntos
Caros irmãos e irmãs!
Depois de ter celebrado a solenidade de todos os santos, a Igreja nos convida hoje a comemorar todos os fiéis defuntos, a voltar o nosso olhar a tantos rostos que nos precederam e que concluíram o caminho terreno. Na audiência deste dia, então, gostaria de propor-vos alguns simples pensamentos sobre a realidade da morte, que para nós cristãos é iluminada pela ressurreição de Cristo e para renovar a nossa fé na vida eterna.
Como eu já dizia ontem no Angelus, nestes dias, nos dirigimos ao cemitério para rezar pelas pessoas caras que nos deixaram, as visitamos para exprimir a elas, mais uma vez, o nosso afeto, para senti-las ainda próximas, recordando também, deste modo, uma parte do Credo: na comunhão dos santos existe uma estreita ligação entre nós que caminhamos ainda nesta terra e tantos irmãos e irmãs que já atingiram a eternidade.
Desde sempre o homem se preocupou dos seus mortos e procurou dar-lhes uma espécie de segunda vida através da atenção, do cuidado e do afeto. Em um certo modo existe um desejo de conservar o que deixaram como experiência de vida e, paradoxalmente, como esses viveram, o que amaram, o que tiveram, o que esperaram e que coisa detestaram, algo que descobrimos olhando as tumbas, diante das quais se multiplicam as recordações, que são quase um espelho do mundo deles.
Por que é assim? Porque, apesar da morte ser um tema quase proibido na nossa sociedade, e exista a tentativa contínua de tirar da nossa mente nem que seja somente o pensamento da morte, essa está relacionada com cada um de nós, relacionada com o homem de cada tempo e de cada espaço. E diante deste mistério, todos, também inconscientemente, procuramos algo que nos convide a esperar, um sinal que nos dê consolação, que nos abra algum horizonte, que nos ofereça ainda um futuro. A estrada da morte, na realidade, é uma vida de esperança e, percorrer os nossos cemitérios, como também ler aquilo que está escrito sobre as tumbas é cumprir um caminho marcado pela esperança da eternidade.
Mas nos perguntamos: por que temos tanto medo diante da morte? Por que a humanidade, em grande parte, nunca se mostrou em acreditar que além da morte não existe simplesmente o nada? Diria que as respostas são múltiplas: temos medo diante da morte porque temos medo do nada, deste medo de partir em direção a algo que não conhecemos, que nos é desconhecido. E então existe em nós um sentido de rejeição porque não podemos aceitar que tudo aquilo de belo e de grande que foi realizado durante uma existência inteira, venha de repente apagado, caia no abismo do nada. Sobretudo, nós sentimos que o amor chama e pede eternidade e não é possível aceitar que isto venha destruído pela morte em um só momento.
Ainda, temos medo diante da morte porque, quando nos encontramos rumo ao fim da existência, existe a percepção que exista um juízo sobre as nossas ações, sobre como conduzimos a nossa vida, sobretudo sobre este pontos de sombra, que, com habilidade, sabemos remover e tentamos remover da nossa consciência. Diria que exatamente a questão do juízo é geralmente subtendida no cuidado do homem de todos os tempos pelos defuntos, na atenção em relação as pessoas que foram significativas para ele e que não estão mais ao lado no caminho da vida terrena. Em um certo sentido, os gestos de afeto, de amor que circundam o defunto, são um modo para protegê-lo na convicção que esses não estejam sem afeto no juízo. Isto podemos colher na maior parte das culturas que caracterizam a história do homem.
Hoje o mundo se tornou, ao menos aparentemente, muito mais racional, ou melhor, se difundiu a tendência de pensar que todas as realidades devam ser afrontadas com os critérios da ciência experimental, e que à grande questão da morte se deva responder não tanto com a fé, mas partindo dos conhecimentos experimentais, empíricos. Deste modo, nem se dá conta que pode-se cair em formas de espiritismo, na tentativa de ter qualquer contato com o mundo além da morte, quase imaginando que exista uma realidade que, no fim, seria uma copia da presente.
Caros amigos, a solenidade de todos os santos e a comemoração de todos os fiéis defuntos nos dizem que somente quem pode reconhecer uma grande esperança na morte, pode também viver uma vida a partir da esperança. Se nós reduzimos o homem exclusivamente à sua dimensão horizontal, a isto que se pode perceber empiricamente, a mesma vida perde o seu sentido profundo. O homem tem necessidade de eternidade e toda outra esperança para ele é muito breve, muito limitada. O homem é explicável somente se existe um amor que supere todo isolamento, também aquele da morte, em uma totalidade que transcenda também o espaço e o tempo. O homem é explicável, encontra seu sentido mais profundo, somente se existe Deus. E nós sabemos que Deus saiu da sua distancia e se fez próximo, entrou na nossa vida e nos diz: "Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, também se morrer viverá, aquele que vive e crê em mim não morrerá eternamente”.
Pensemos um momento na cena do Calvário e escutemos as palavras que Jesus, do alto da Cruz, dirige ao homem que está à sua direita: "Em verdade eu te digo: Hoje mesmo estarás comigo no paraíso". Pensemos aos dois discípulos na estrada de Emaús, quando, depois de ter percorrido uma parte da estrada com Jesus ressuscitado, o reconhecem e partem para Jerusalém para anunciar a Ressurreição do Senhor. À mente retornam com renovada clareza as palavras do Mestre: "Não se perturbe o vosso coração. Tenhais fé em Deus e tenhais fé também em mim. Na casa do Pai existem muitas moradas. Se não, jamais vos teria dito: "Vou a preparar-vos um lugar"?
Deus se mostrou verdadeiramente, se tornou acessível, tanto amou o mundo ao ponto de dar seu filho único, a fim que aquele que crer nEle não se perca, mas tenha a vida eterna e, no supremo ato de amor da Cruz, imergindo-se no abismo da morte, a venceu, é ressuscitado e abriu também a nós as portas da eternidade. Cristo nos sustenta através a noite da morte que Ele mesmo atravessou. É o Bom pastor, cuja direção se pode confiar sem nenhum medo, porque Ele conhece bem a estrada, também aquela que passa pela escuridão.
Cada domingo, recitando o Credo, nós reafirmamos esta verdade. E ao nos dirigirmos aos cemitérios para rezar com afeto e com amor pelos nossos defuntos, somos convidados, mais uma vez, a renovar com coragem e com força a nossa fé na vida eterna, e mais, viver com esta grande esperança e testemunhá-la ao mundo: atrás do presente não existe o nada. E exatamente a fé na vida eterna dá ao cristão a coragem de amar mais intensamente esta nossa terra e de trabalhar para construir um futuro, para dar-lhe uma verdadeira e segura esperança.
Obrigado!

Incoerências de quem deveria servir à fé

Caro Internauta,

Tenho encontrado em livrarias católicas, editado por editora católica, um livro que é totalmente em desacordo com a fé católica e não pode servir a um católico: trata-se do livro “Minutos de Sabedoria”, publicado pelas Vozes de Petrópolis. É um livro de cunho esotérico e espiritualista! Não tem nada a ver com o cristianismo!
É um livro que nunca deveria estar numa livraria católica nem nunca ser publicado por uma editora católica que, teoricamente, estaria a serviço da fé da Igreja.
Tempos maus, os nossos!
Texto retirado do blog de Sua Excelência Reverendíssima Dom Henrique Soares da Costa

Pais não podem terceirizar educação dos filhos

Com o empenho sempre maior por parte do pai e da mãe no mercado de trabalho, o tempo dedicado para estar com os filhos é cada vez menor e muitos acabam "terceirizando" o trabalho de educar. Quais as consequências disso para a formação das crianças?
Para o casal Pedro e Ketty de Rezende, formados pela Associação para o Desenvolvimento da Família e pelo Centro de Estudos da Educação, ao passar o trabalho de educar para a escola, a babá, ou ainda para a televisão, os pais estão abrindo mão de um grande privilégio e de um de seus maiores deveres.
"A principal confusão vem do fato de pensarem que educar e instruir são a mesma coisa; embora uma boa escola seja um excelente ambiente de instrução, poucas são as escolas aptas a ajudarem os pais na formação dos filhos em aspectos de caráter e personalidade que transcendem o aprendizado acadêmico", destacam os entrevistados.
Da mesma maneira, uma boa babá pode cuidar muito bem dos filhos, mas não pode ser parte de sua função educá-los. No máximo, ela não os "deseducam", alertam Ketty e Pedro.
Existem ainda aqueles que esperam que a televisão eduque seus filhos, o que é algo bem pior, no ponto de vista dos entrevistados.
"Como um dos objetivos principais da mídia televisiva é a geração de audiência que leva a se maximizar o lucro financeiro, as decisões sobre que programas devem ir ao ar são baseadas não em critérios que promovam valores familiares, mas em como podem ser exploradas situações que levam à fixação de atenção dos espectadores, por sua curiosidade, sua vulgaridade ou sensações de emoção", ressaltam.
O que leva os pais a terceirizar a educação dos filhos?
O casal reforça que todas essas maneiras de se terceirizar a formação dos filhos são equivocadas, pois a presença dos pais na educação é insubstituível. Resta analisar o motivo que leva alguns pais e mães a se convencerem que não têm alternativa a não ser ceder a outros o maravilhoso privilégio de educar seus próprios filhos. Entre as alegações estão o empenho no trabalho e a falta de tempo.
“A palavra chave aqui é tempo. Mas, o uso do nosso tempo, como de qualquer outro recurso (escasso) de que dispomos, é uma questão de preferência, de decisão própria segundo a aplicação de nossos valores pessoais”, salientam.
Com a experiência de 30 anos de casamento, com sete filhos e três netos, Ketty e Pedro salientam que são os benefícios do trabalho que justificam o investimento de tempo, portanto é fundamental não perder de vista que este é um meio e não um fim.
Para os professores universitários Ketty e Pedro encontrar tempo para estar com a família é uma questão de prioridade“Por outro lado, nosso cônjuge, nossa família e nossos filhos são o resultado de uma decisão consciente e livre que tomamos quando contraímos matrimônio, e os frutos desta que é nossa maior vocação de vida, jamais podem ser postos num plano inferior ao de qualquer outra atividade humana”, diz Ketty.
Portanto, delegar a terceiros a formação humana de valores, de princípios e de virtudes dos filhos, no que deve ser um processo condutivo ao desenvolvimento de pessoas íntegras, honestas, responsáveis, auto-confiantes, de caráter idôneo, preparadas para "servir os demais altruisticamente", é uma das grandes causas de famílias mal-estruturadas, com filhos sem ideais nobres, pais ausentes e casais cuja união não é fundada no amor e na doação.
“A conciliação trabalho-família deve, inevitavelmente, passar pela realização de que aquele é um meio, de que um trabalho que exige tirar da família um pai ou uma mãe a ponto deste faltar às suas responsabilidades e deveres de esposo e de progenitor não é um trabalho para um pai ou uma mãe de família”, ressaltam.
Para Ketty e Pedro, é uma questão de priorização que deve ser estabelecida à luz de critérios de quem sabe que uma pessoa só pode ser bem sucedida profissionalmente se for, antes, um pai bem sucedido.
Desafios na educação dos filhos
Segundo o casal, o maior desafio dos pais hoje é desmascarar as falsidades embutidas nas diversas ideologias que promovem o hedonismo (teoria de que o prazer é o supremo bem), banalizando o sexo e colocando-o a serviço do prazer próprio numa atitude utilitarista do outro.
“Desmascarar a tirania do relativismo de uma sociedade permissiva, que despreza a vida na sua origem e nos seus últimos momentos e mostrar aos filhos a lógica retorcida por trás da ideologia do gênero que descaracteriza a sexualidade humana e cuja propagação ataca o conceito do amor humano que se realiza no seio de uma família" estão entre os maiores desafios na educação dos filhos, ressalta o casal.
Para eles, os pais não devem se desencorajar pois a solução está ao alcance deles. Eles são os protagonistas na educação de seus filhos, ele é um direito inalienável. E ninguém mais do que eles tem o poder de impactar a vida de seus filhos ao viverem o amor enamorado, o amor doação e o amor conjugal.
“Uma escola de amor encarnado na vida de seus pais marca a vida dos filhos de forma permanente, imunizando-os às mentiras das ideologias pois são testemunhas da verdade!”, enfatizam.
O casal Pedro e Ketty de Rezende participa neste fim de semana no  2º Congresso Nacional de Planejamento Familiar, em Brasília.

Brasil deve fechar 2011 como a sexta maior economia do mundo

Projeções da EIU colocam o País à frente do Reino Unido na lista das maiores economias globais

O Brasil caminha para se tornar a sexta maior economia do mundo já em 2011. Segundo estudos da consultoria Economist Inteligence Unit (EIU), o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deverá superar o do Reino Unido ainda neste ano.
Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, a consultoria estima que o PIB brasileiro chegue a US$ 2,44 trilhões em 2011, contra US$ 2,41 trilhões do Reino Unido.
Com isso, o Brasil assume a sexta posição na lista de maiores economias do mundo.
Em 2010, o País já havia saltado para a sétima colocação, ao superar a Itália na lista.
De acordo com o jornal, em 2013, entretanto, a Índia tomará o Brasil a sexta posição, mas, em 2014, o País retoma a colocação, ao ultrapassar a França, no ano da Copa do Mundo.
A EIU estima que, até o fim da década, o PIB brasileiro será maior que de todos os países europeus.
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