terça-feira, 28 de junho de 2011

BENTO XVI VAI LANÇAR PORTAL MULTIMÍDIA DO VATICANO

(ANSA) - O novo portal multimídia do Vaticano será lançado na próxima quarta-feira pelo papa Bento XVI.

A estreia da página, que poderá ser acessada através do endereço www.news.va, ocorrerá no mesmo dia em que Bento XVI comemora 60 anos de sacerdócio, de acordo com a Santa Sé.

O site contará com notícias sobre o Papa, assim como informações sobre a Santa Sé e acontecimentos mundiais relacionados com a Igreja e as dioceses.

O lançamento do portal será feito pelo próprio Bento XVI, que usará um tablet para acessar a página pela primeira vez.

O novo portal foi apresentado hoje pelo diretor do jornal católico L'Osservatore Romano, Giovanni Maria Vian, pelo porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, e pelo presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli.

Nos primeiros dois meses, o site estará disponível apenas em italiano e inglês. Mas, em breve, o Vaticano pretende lançar versões em espanhol, alemão e francês.

O atual site da Santa Sé, o www.vatican.va, não será extinto e manterá sua função de publicar informações sobre o Pontificado. (ANSA)

BENTO XVI TERÁ PAPAMÓVEL ECOLÓGICO

Cidade do Vaticano, 22 jun (RV) - A fábrica alemã de automóveis Mercedes-Benz doará a Bento XVI um “papamóvel” ecológico com motor híbrido – confirmou ontem o Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi.

O meio de locomoção utilizado pelo pontífice na Praça São Pedro em viagens terá bateria de lítio recarregável e não emitirá gases poluentes. Com propulsão alternativa mediante a combinação de um motor impulsionado por combustão interna, o veículo terá em seu posterior um habitáculo alto, com vidros anti-bala, no centro do qual será disposto o assento do papa.

O semanário alemão Wirtschaftswoche informa que Bento XVI teria encomendado o primeiro “papamóvel” híbrido da história em respeito ao equilíbrio do meio ambiente.

O Vaticano não é novo em iniciativas ecológicas: em 2008, foram inaugurados os primeiros painéis solares do Estado, situados em cima do teto da Sala Paulo VI. Com o equipamento, a sala de audiências é aquecida no inverno, refrigerada no verão e iluminada.

Além disso, no ano 2009, a Santa Sé expressou sua sensibilidade com um chamado à Organização das Nações Unidas para responder à emergência ambiental: “Todos devemos zelar com responsabilidade pela criação, utilizar os recursos de modo que todas as pessoas e comunidades vivam dignamente e desenvolver a aliança entre ser humano e o meio ambiente que reflita o amor criador de Deus”.

Fonte: www.oecumene.radiovaticana.org

Bispo expressa otimismo por possível abertura do Egito à construção de igrejas

ACI/EWTN Noticias

Um Bispo no Egito manifestou seu otimismo ante a possibilidade de que o novo governo do Egito se abra à construção de novas igrejas cristãs, reduzindo o tempo de espera para as licenças que em alguns casos tomam até várias décadas e inclusive requerem a aprovação do Presidente do país.

O novo procedimento teria que contar com a aprovação do governador regional e tomaria uns três meses.

Em declarações à organização internacional católica Ajuda à Igreja Necessitada (AIN), o Bispo Samaan relatou que já obteve a permissão para edificar duas igrejas no Alto Egito e que a autorização para outras três deveria chegar logo.

"Se estas propostas se convertem em lei, isto faria que a construção de igrejas estivesse quase ao mesmo nível que a edificação de mesquitas. É um grande passo na cidadania dos cristãos", que são 10 milhões em um país majoritariamente muçulmano cuja população total supera os 80 milhões de habitantes.

Para o Bispo Samaan "o que estamos vendo é um dos primeiros frutos das manifestações de janeiro. Quando os cristãos se expressaram, pediram respeito a seus direitos e o primeiro que exigiram foi o da construção de igrejas. De fato mais de 50 por cento dos problemas dos cristãos se solucionariam se isto for resolvido".

Entretanto, ainda existe uma forte oposição por parte dos setores islâmicos radicais como os salafistas e os irmãos muçulmanos. "Claro que os salafistas seguirão interferindo, mas sua campanha ainda não obtém o apoio dos muçulmanos moderados, que não aceitam seus ataques aos cristãos".

Os salafistas no Egito atacaram em diversas ocasiões os cristãos, concretamente os coptos, deixando um saldo de vários mortos e de milhares de dólares em danos materiais.

No dia 15 de abril, por exemplo, mais de 100 000 salafistas iniciaram um protesto pela nomeação do governador de Qena, Emad Mikhail, um cristão copto. Os extremistas bloquearam estradas, detiveram os ônibus e paralisaram a principal linha de trens do alto Egito durante oito dias. Ali ameaçaram assassinar o governador Mikhail.

O Bispo Samaan disse que ante os problemas existentes, "organizamos reuniões para o diálogo inter-religioso nas que procuramos promover o respeito mútuo e a cooperação".

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Eucaristia! Sacramento de AMOR

Enquanto comiam, ele tomou um pão, abençoou, partiu-o e lhes deu, dizendo: “TOMAI, ISTO É O MEU CORPO”. Depois, tomou um cálice, rendeu graças, deu a eles, e todos dele beberam. E disse-lhes: “ISTO É O MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE É DERRAMADO EM FAVOR DE MUITOS.” (Mc 14, 22-24)

Quão precioso é este alimento que descido dos céus, vem até nós para alimentar o nosso espírito. Como nos diz Santo Agostinho: “Ó sacramento da piedade! Ó Sacramento da unidade! Ó vínculo da caridade!”.

A Eucaristia é o coração e o ápice da vida da Igreja. Por seu sacrifício, Cristo derrama as graças da salvação sobre o seu corpo, que somos nós, Igrejas vivas. Todos os dias na força do Espírito Santo (epiclese), Jesus se dá sob o sinal do pão repartido e do vinho, nos quais oferece seu Corpo como alimento e seu Sangue como bebida de salvação e de vida. Durante a celebração litúrgica fazemos, de fato, memória de Jesus (anamnese), de sua vida, morte, ressurreição, tornando-o assim presente no meio de nós.

Há poucos dias celebraremos a Solenidade de Corpus Christi, onde toda a Igreja reunida em um só coração e uma só alma, rende louvores e graças a este Augusto Sacramento. No Evangelho deste dia meditaremos sobre Jesus que se dá como alimento “ Eu sou o pão descido do céu.

Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo” (João 6, 51-58).

Celebrar é tornar presente. Receber o pão e o vinho da Eucaristia significa assumir em nós mesmos a vida dada por Jesus até morrer para todos nós, em corpo e sangue.

Que neste dia de adoração, de total entrega a Jesus Sacramentado, nós possamos fitar os olhos Nele que tudo sabe, para que nos mostre o caminho que devemos seguir. Que participemos com dignidade desta Solene Celebração para acolhermos abundantes frutos e que eles desçam sobe todos nós e permaneçam para sempre.


Por Sem. Lucas Rafael

Eucaristia como presença real de Cristo

O Catecismo da Igreja Católica afirma: “Cristo Jesus, aquele que morreu, ou melhor, ressuscitou, aquele que está à direita de Deus e que intercede por nós (Rm 8,34), está presente de múltiplas maneiras em sua Igreja: em sua Palavra, na oração de sua Igreja, lá onde dois ou três estão reunidos em meu nome (Mt 18,20), nos pobres, nos doentes, nos presos, em seus sacramentos, dos quais ele é o autor, no sacrifício da missa e na pessoa do ministro. Mas sobretudo está presente sob as espécies eucarísticas (n. 1373).

É verdade que o Senhor Jesus, na força do seu Espírito, está presente de modos variadíssimos na sua Igreja, mas, sobretudo, de um modo eminente, ele se faz presente no pão e no vinho consagrados na Eucaristia. Ali, já não está presente simplesmente a graça do Cristo, mas, pessoalmente, o próprio Autor da graça! Ele, que na Última Ceia se entregou no pão e no vinho, dizendo “isto é o meu Corpo, isto é o meu Sangue”, é aquele mesmo que havia antes prevenido de modo solene: “Em verdade, em verdade, vos digo: ‘Aquele que crê tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida! A minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue é verdadeiramente uma bebida” (Jo 6,47s.55). Sendo assim, se em todos os sacramentos, Jesus Cristo atua através de sinais sensíveis que, sem mudarem de natureza, adquirem uma capacidade transitória de santificação, na Eucaristia, ele está presente com o seu corpo e sangue, alma e divindade, dando ao homem toda a sua pessoa e a sua vida, tudo quanto viveu entre nós amorosamente, até o extremo da entrega na cruz. Tudo isso está presente no pão e no vinho consagrados.

A Igreja sempre acreditou nesta maravilhosa realidade e insondável mistério da presença real do Senhor Jesus. Com a transformação ocorrida na consagração das espécies eucarísticas, o Senhor torna-se presente no seu Corpo e Sangue. Os Santos Padres, doutores da Igreja Antiga, para exprimir a mudança do pão e do vinho no Corpo e Sangue do Senhor, falavam de “metabolismo” do pão e do vinho em corpo e sangue. São Tomás de Aquino recordava que a Eucaristia é o sacramento da presença de Cristo. Isso a distingue dos outros sacramentos. O Santo Doutor dizia que ela “re-presenta” Cristo, no sentido de tornar Cristo realmente presente, já que a Eucaristia não é uma devota recordação, mas a presença efetiva, real, verdadeira e eficaz do Senhor morto e ressuscitado, que quer atingir todos os homens. E ele explicava ainda que o significado do Sacramento é tríplice: “O primeiro diz respeito ao passado, enquanto comemora a paixão do Senhor, que foi um verdadeiro sacrifício... Por isso, é chamado sacrifício. O segundo diz respeito ao efeito presente, ou seja, à unidade da Igreja, em que os homens são reunidos por meio deste Sacramento. O terceiro significado diz respeito ao futuro: pois este Sacramento é prefigurativo da bem-aventurança divina, que se realizará na pátria”. Também São Boaventura contribuiu para a teologia da Eucaristia, insistindo no espírito de piedade necessário para comungar Cristo. Recorda-nos ele que, na Eucaristia, além das palavras da Última Ceia, realiza-se a promessa do Senhor: “Eu estou convosco todos os dias até ao fim do mundo” (Mt 28,20). Portanto, no Sacramento, Ele está real e verdadeiramente presente na Igreja.

Foi o Concílio de Trento que, como Magistério da Igreja, melhor exprimiu esta presença real do Senhor. O Concílio insistiu na presença verdadeira, real e substancial do Senhor Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, sob as espécies do pão e do vinho. Afirmou, do mesmo modo, que o Corpo do Senhor está presente não só no pão, mas também no vinho, e que o seu Sangue está presente não só no vinho, mas também no pão. Em outras palavras: Jesus não está parte no vinho e parte no pão, mas se encontra real e perfeitamente todo no vinho e todo no pão. Explicou também que, em ambas as espécies, o Senhor Jesus Cristo está presente com a sua alma humana e com a sua divindade. Portanto, Cristo, Verbo do Pai, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, está presente todo inteiro sob as duas espécies e em cada parte delas. O mesmo Concílio definiu ainda a “transubstanciação”, isto é a mudança real da substância do pão no Corpo de Cristo e da substância do vinho no seu divino Sangue. Na sua Encíclica Ecclesia de Eucharistia, o Santo Padre recorda: “A reprodução sacramental na Santa Missa do sacrifício de Cristo coroado pela sua ressurreição implica uma presença muito especial, chama-se ‘real’, não a título exclusivo como se as outras presenças não fossem ‘reais’, mas por excelência, porque é substancial, e porque por ela se torna presente Cristo completo, Deus e homem. Reafirma-se assim a doutrina sempre válida do Concílio de Trento: ‘Pela consagração do pão e do vinho opera-se a conversão de toda a substância do pão na substância do corpo de Cristo nosso Senhor, e de toda a substância do vinho na substância do seu sangue; a esta mudança, a Igreja católica chama, de modo conveniente e apropriado, transubstanciação’. Verdadeiramente a Eucaristia é mistério de fé, mistério que supera os nossos pensamentos e só pode ser aceita pela fé, como lembram frequentemente as catequeses patrísticas sobre este sacramento divino. ‘Não hás de ver – exorta São Cirilo de Jerusalém – o pão e o vinho [consagrados] simplesmente como elementos naturais, porque o Senhor disse expressamente que são o seu corpo e o seu sangue: a fé o assegura a ti, ainda que os sentidos possam sugerir-te outra coisa” (n. 15). Assim, segundo a fé católica, recebida dos apóstolos e conservada fielmente na Igreja de Cristo, a presença eucarística do Senhor Jesus morto e ressuscitado começa no momento da consagração e dura também enquanto subsistirem as espécies eucarísticas. Em outras palavras, enquanto houver o pão e o vinho consagrados, há realmente Corpo e Sangue do Senhor. O Papa João Paulo II, citando Paulo VI, afirmou claramente na sua Encíclica eucarística: “Permanece o limite apontado por Paulo VI: ‘Toda a explicação teológica que queira penetrar de algum modo neste mistério, para estar de acordo com a fé católica deve assegurar que na sua realidade objetiva, independentemente do nosso entendimento, o pão e o vinho deixaram de existir depois da consagração, de modo que a partir desse momento são o Corpo e o Sangue adoráveis do Senhor Jesus que estão realmente presentes diante de nós sob as espécies sacramentais do pão e do vinho’” (Ecclesia de Eucharistia, 15). Portanto, não basta afirmar que Cristo está no pão ou está no vinho; é necessário afirmar que Cristo é o pão e Cristo é o vinho e naquelas espécies consagradas nada há que não seja o Cristo Senhor, morto e ressuscitado. Imenso mistério! Mistério de amor! Mysterium fidei – mistério da fé!

Pode-se perguntar o motivo de o Senhor dar-se assim, tão realisticamente, no pão e no vinho. Apontemos algumas razões: (1) A nossa união real e íntima com ele que, na comunhão, não somente está conosco, mas também em nós, fazendo com que nós estejamos nele. (2) A edificação da Igreja, já que comungando todos do mesmo Corpo e Sangue do Senhor, tornamo-nos nele cada vez mais um só corpo, que é a Igreja, segundo a palavra do Apóstolo: “O cálice de bênção que abençoamos não é comunhão com o sangue de Cristo? O pão que partimos não é comunhão com o corpo de Cristo? Já que há um único pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, visto que participamos deste único pão” (1Cor 10,16). Esta unidade não é simplesmente simbólica ou sentimental, mas real, pois é unidade no Corpo do Senhor, pleno do Espírito Santo. (3) A nossa divinização, pois, recebendo o Corpo e Sangue do Senhor, recebemos a própria vida divina, alimentando-nos com o próprio Cristo ressuscitado pleno do Espírito Santo que dá vida: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo pelo Pai, também aquele que come de mim viverá por mim” (Jo 6,56s). (4) Finalmente, comungando do corpo e sangue daquele que morreu e ressuscitou, recebemos como alimento a própria vida eterna, vida de ressurreição: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Quem come deste pão viverá eternamente” (Jo 6,54.58c).

Diante de tal dom, nossa resposta é não somente a fé agradecida, mas também a viva sede da comunhão freqüente e da adoração piedosa. São João Crisóstomo afirmava: “Quando estás para abeirar-te da sagrada mesa, acredita que nela está presente o Senhor de todos”. Por isso, a adoração é inseparável da comunhão. Neste sentido, a Igreja desde tempos remotos, recomenda aos seus filhos que se detenham freqüentemente em adoração ao Senhor sacramentado. O Papa quis renovar essa recomendação: “O culto prestado à Eucaristia fora da missa é de um valor inestimável na vida da Igreja, e está ligado intimamente com a celebração do sacrifício eucarístico. A presença de Cristo nas hóstias consagradas que se conservam após a Missa – presença essa que perdura enquanto subsistirem as espécies do pão do vinho – resulta da celebração da Eucaristia e destina-se à comunhão, sacramental e espiritual. Compete aos Pastores, inclusive pelo testemunho pessoal, estimular o culto eucarístico, de modo particular as exposições do Santíssimo Sacramento e também as visitas de adoração a Cristo presente sob as espécies eucarísticas. É bom demorar-se com ele e, inclinado sobre o seu peito como o discípulo predileto (cf. Jo 13,25), deixar-se tocar pelo amor infinito do seu coração. Se atualmente o cristianismo se deve caracterizar sobretudo pela arte da oração, como não sentir de novo a necessidade de permanecer longamente, em diálogo espiritual, adoração silenciosa, atitude de amor, diante de Cristo presente no Santíssimo Sacramento? Quantas vezes, meus queridos irmãos e irmãs, fiz esta experiência, recebendo dela força, consolação, apoio! Desta prática, muitas vezes louvada e recomendada pelo Magistério, deram-nos o exemplo numerosos Santos. De modo particular, distinguiu-se nisto Santo Afonso Maria de Ligório, que escrevia: ‘A devoção de adorar Jesus sacramentado é, depois dos sacramentos, a primeira de todas as devoções, a mais agradável a Deus e a mais útil para nós’. A Eucaristia é um tesouro inestimável: não só a sua celebração, mas também o permanecer diante dela fora da missa permite-nos beber na própria fonte da graça. Uma comunidade cristã que queira contemplar melhor o rosto de Cristo... não pode deixar de desenvolver também este aspecto do culto eucarístico, no qual perduram e se multiplicam os frutos da comunhão do corpo e sangue do Senhor” (Ecclesia de Eucharistia, 15).

Portanto, não tenhamos dúvidas: se as espécies eucarísticas destinam-se primeiramente a serem consumidas em comunhão fraterna durante a celebração da Santa Missa, também podem e devem ser adoradas não somente no momento mesmo da consagração – quando devemos todos nos ajoelhar de modo reverente a adorante -, mas também fora da missa, em adoração pessoal ou comunitária. Estas são as constantes consciência e doutrina da Igreja, da qual nenhum católico
deve duvidar.





Fonte: costa_hs.blog.uol.com.br

E renovareis a face da terra.

Vinde Espírito Santo


12 de Junho, dia de Pentecostes!

O Seminário Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus marcou presença na Vigília de Pentecostes, ocorrida na Canção Nova de Aracaju, na noite do dia 11, aquela celebrada por Sua Excelência Dom Henrique, Bispo auxiliar da Arquidiocese de Aracaju.

Dez novas comunidades participaram; Dom Henrique, em sua homilia, exortou-as a amar Jesus e testemunhá-Lo, renunciando a todos os vícios que possam “abafar” à ação do Espírito de Deus.

Tendo inicio às 22h00min, a Santa Missa terminou às 01h15min.

sábado, 18 de junho de 2011

Site do Vaticano ganha novos design e recursos

O site oficial do Vaticano ganhou novos design e recursos nesta sexta-feira, 10, em todas as suas versões idiomáticas. A iniciativa segue na esteira de séria preocupação e tomada de consciência da Igreja acerca do mundo da comunicação e de todos os seus desafios.

As mudanças permitem acessar de modo mais fácil e direto as diferentes mensagens e atividades do Santo Padre, que agora ocupam a parte central do novo layout. Por sua vez, os documentos de Papas anteriores, o calendário de celebrações litúrgicas, a Cúria Romana, o serviço informativo e os demais organismo giram em torno dos link's relacionados a Bento XVI.

Na parte superior, à direita, destacam-se a área de vídeos e a que ocupará News.va, esperado portal que concentrará toda a informação produzida pelas diferentes plataformas comunicacionais do Vaticano.

O vatican.va administra oficialmente a voz da Igreja na rede mundial de computadores. A primeira versão, uma página com a mensagem de João Paulo II por ocasião do Natal, foi ao ar em 1995. O site com as seções navegáveis – Santo Padre, Cúria romana, serviços de informação, arquivo – foi publicado por ocasião da Páscoa de 1997.

"É uma espécie de janela virtual do Papa na rede, uma janela que permite o exercício de seu ministério na internet. Não é um simples site, mas é a ‘imagem missionária do Papa’ em formato digital, em várias línguas e lugares, graças aos instrumentos da tecnologia que o permitem”, explica o diretor do Serviço de Internet do Vaticano, o monsenhor argentino Lucio Adrián Ruiz.

A média de acessos diários do site é de três milhões, quando não há eventos extraordinários. O Brasil é o quinto país no ranking de acessos, estando atrás apenas de Estados Unidos, Itália, Espanha e Alemanha.

Fonte: noticias.cancaonova.com
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