segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Um muçulmano abraça a Igreja atraído pela beleza da verdade!


Salvatore Cernuzio
Existem muitos muçulmanos que gostariam de renunciar ao islã para abraçar o cristianismo. Entretanto, na maioria dos casos, o medo da perseguição os impede de se converter. Mesmo assim, existem aqueles que têm a coragem de fazer essa escolha não só na intimidade do coração, mas afirmando-a publicamente no site do jornal National Catholic Register.
É o caso de Ilyas Khan, filantropo britânico, nascido de pais muçulmanos, crescido na Grã-Bretanha, banqueiro de formação, dono do clube de futebol Accrington Stanley e presidente do Leonard Cheshire Disability, a maior organização mundial de assistência às pessoas com necessidades especiais.
“A minha fé conta com a grande contribuição da educação que eu recebi até os meus 4 anos”, revela Ilyas ao entrevistador, que lhe pergunta o que o levou à fé católica. “A minha mãe estava muito doente. Quem me criou naqueles primeiros anos foi a minha avó, que era profundamente católica. Eu não tinha como não me considerar cristão”.
Dos 4 aos 17 anos, porém, Ilyas foi criado e educado como muçulmano. Ele conta: “Na faculdade, a divina providência interveio novamente. Eu fui morar na Netherhall House, que é uma casa de estudantes do Opus Dei”.
O tempo que passou naquela casa de estudantes o aproximou da espiritualidade e da fé católica. Ele mesmo afirma: “Eu não posso dizer que fui induzido à fé inconscientemente. Pelo contrário. Lá pelos 18 ou 19 anos, eu descobriu pessoas como Hans Urs von Balthasar, e comecei a ler muito os textos da biblioteca. Fiquei interessado na teologia, em Santo Agostinho e Orígenes”.
Essas leituras provocaram no jovem Ilyas um movimento interior que já então o empurrava a proclamar as próprias crenças abertamente, mas o medo de causar uma dor profunda nos pais, ainda vivos, o sufocava.
A virada decisiva, lembra Khan, foi um “grau maior de consciência de toda a minha vida e das minhas bases morais”. “O desejo de abandonar o islã era profundo, mas foi o impulso de Cristo que me levou à decisão”.
A contribuição fundamental veio da rotina de “viver a vida da Igreja” durante uma estadia em Hong Kong, aos 25 anos. A igreja chinesa de São José “foi o lugar onde eu descobri o catolicismo tradicional. Dos 25 anos em diante, eu não tive mais nenhuma dúvida: eu era católico”.
Mas houve um momento em particular que marcou indelevelmente a fé de Ilyas: uma “visão” durante uma visita à basílica de São Pedro. “Eu estava caminhando pela basílica e me lembro de ter sido ‘arrebatado’ ao ver a Pietá de Michelangelo. Me vieram mil perguntas enquanto eu olhava para aquele rosto de Maria que contempla o seu Filho. E eu disse para mim mesmo: ‘Este é Deus! Não pode não ser Deus’. Para o islã, dizer que Deus se fez homem é uma heresia. Foi ali que me caíram por terra todas as dúvidas. A beleza e a atmosfera em torno daquele espetáculo foram a grande virada”.
O testemunho de Ilyas Khan, por um lado, serve como estímulo para todos aqueles que ainda têm dúvidas ou medos quanto às próprias crenças. Por outro lado, no entranto, a conversão despertou reações negativas, traduzidas em demonstrações de ódio e em ameaças diretas de morte.
Ilyas não tem medo de expressar a sua fé nem de proclamar publicamente a sua beleza. Ele é considerado hoje, na Grã-Bretanha, como “o mais importante neo-converso ao catolicismo”.

Juiz isenta empresa de cumprir mandato abortivo do governo dos Estados Unidos.


A reforma na área de saúde promovida pelo governo dos Estados Unidos, que, entre outras coisas, obriga empresas – inclusive as católicas- a custear, via seguro de saúde, serviços contraceptivos e abortivos aos funcionários, teve a primeira derrota judicial .
O proprietário da empresa Hercules Industries, William Newland, que é católico, entrou recentemente com uma ação contra a medida governamental, que foi acatada pelo juiz, John L.Kane, do tribunal de distrito do Colorado, sob alegação de que a norma viola a liberdade religiosa de Newland.
Para justificar sua decisão, o juiz do Colorado afirmou que os demandantes apenas buscam dirigir a empresa “de uma maneira que reflete suas sinceras crenças religiosas” e alegou no sentido de que “é de grande interesse público o livre exercício da religião inclusive se esse interesse pode entrar em conflito com outros”.
Com a decisão do juiz, a empresa Hercules, que atua com eficiência energética e energias renováveis, fica temporariamente livre de arcar com os gastos relacionados às multas que teriam que ser pagas por não assegurar aos seus 265 empregados conforme prevê o mandato do governo norte-americano. (BD)
ACI.

Ainda as conclusões do IBGE sobre a diminuição de católicos. Uma análise.


Por Luiz Eduardo Cantarelli
Nem todos futuros são para desejar, porque há muitos futuros para se temer. (Pe Antônio Vieira).
Em 1970, os católicos eram 90% dos brasileiros. Hoje, segundo o IBGE, são 64,6%, ou seja, 26%, uma massa de 37 milhões – uma Argentina de gente -, deixou de ser católica. Ao seu estilo, Nelson Rodrigues preconizava na década de 70 que o Brasil seria, no futuro, o maior país de ex-católicos do mundo.

Para onde partem os católicos? Na sua grande maioria, seguem para as, assim chamadas, religiões evangélicas, principalmente para as de cunho pentecostal e autônomas. No último censo, os protestantes subiram de 15% para 22,2%, dentre estes, estão os tradicionais que ficaram patinando nos 4%.

O espiritismo, que na década de 50 pensou-se que seria a religião do Brasil, estancou em 2%.
Os “sem religião” margeiam os 8%, sendo que os 3% restantes estão espalhados nas diversas outras propostas religiosas. Então, basicamente, o funil de saída é para o protestantismo e, daí, parte deles migra para os “sem religião” – o que não quer dizer que se tornam ateus.

Quando estancará o vertedouro de escoamento é uma incógnita, pois vários são os fatores, objetivos e subjetivos interferentes nesse processo, alguns destes relevantes que ouso explicar o movimento.

O primeiro: o “espírito do tempo” que estamos vivenciando, um mundo plural, em que a morte do passado nos revela que tradição não dá mais liga e o individualismo é o senhor da razão. Nesta nova visão de mundo, tem muito pouco valor aquilo em que os antepassados creram e viveram. A experimentação do novo e a curiosidade do desconhecido soam forte em cada um.
Segundo Dr. Flávio Pierucchi, da USP: “Uma sociedade que não precisa mais de Deus para se legitimar, se manter coesa, se governar e dar sentido à vida social, mas que, no âmbito dos indivíduos, consome e paga bem pelos serviços prestados em nome dEle”.

A humanidade já viveu uma experiência parecida em meados do século XIX, com a crise Católica da negação do modernismo, acrescida do movimento milenarista e do sucesso da ciência insipiente, que tudo parecia provar e demonstrar. Naquela trajetória, nasceram o Positivismo, o Espiritismo, o Adventismo, os Mórmons, as Testemunhas de Jeová, a Teosofia, o Exército da Salvação e tantas outras religiões. Eram propostas notadamente anticatólicas, porém, inovadoras e muitas dessas permaneceram no tempo.

Paradoxalmente, podemos considerar o movimento religioso evangélico atual fugaz e consonante com a onda consumista. É fragmentado em milhares de denominações que seguem o discurso do pastor fundador e, na maioria das vezes, com uma adaptação racional e funcional do evangelho às necessidades pessoais – uma forma híbrida de autoajuda.

O segundo: foi no Brasil que ocorreu em menor espaço de tempo o êxodo rural – o deslocamento de grandes massas de gente do campo para as cidades. Foram 35 milhões de migrantes que incharam as grandes cidades, principalmente nas periferias. Note-se que foi aí que se deu o maior número de conversões. (Antoniazzi). Assim, no impacto da perda de espaços e de valores que norteavam a família, estes se diluíram, influenciando e transformando as gerações que se seguiram. Nesse cenário decomposto, muitas vezes a escolha da religião é motivada pela ocasião.

O terceiro: a quantidade de propostas e igrejas que concorrem no mercado religioso. O espaço sagrado da Igreja, como o católico o qualifica, altera-se no protestantismo – ali, o sagrado é o coração do homem. O espaço físico pode ser oriundo de um açougue, uma funerária ou outro prédio qualquer.

Nessa facilidade de produzir igrejas e congregações, as ofertas são muitíssimas. Associado aos milhares de pequenos movimentos, há a força das “amplas vitrines”, que são as grandes igrejas evangélicas mediáticas, nas quais a maximização dos lucros é a “teologia sonhada”. Fazem uso dos mecanismos de mercado como franquias, cartões de crédito, bancos, etc. Dezenas de milhões de reais são investidos, por mês, na TV, que é concessão do Estado, para apresentar-se em horário nobre, com “milagres” de hora marcada e ao vivo.

De modo descarado, ainda segundo Pierucchi, “o discurso proferido dos fieis para com Deus, que sustentou a civilização judaico-cristã e islâmica desde as origens, agora tem sua direção invertida pela nova cristandade que proclama que Deus é fiel, o fiel é Deus. Investimento seguro, vale dizer”.

O quarto: e o mais relevante, a falta de testemunho, pelos católicos, é o principal motivo alegado para a saída de muitos. Talvez o homem contemporâneo necessite mais do que pregação. Ele precisa de testemunhos reais e tangíveis.

A Igreja Católica é similar a uma arca. Com suas múltiplas espiritualidades, tem lugar para a heterogeneidade, embora também carregue uma contradição interna na qual não mais que 30% dos que se dizem católicos são habituais frequentadores da igreja. Os outros 70% orbitam em torno dela nas necessidades sociais e nos ritos de passagem como: batismo, casamento e velórios. Estes são os católicos nominais que estão incluídos nos citados 64% do IBGE, alguns deles com aversão à religião, mas, por uma tênue teia do passado, se mantêm ligados à Igreja. Outros frequentam novas propostas religiosas/filosóficas que ainda não constam no questionário do Censo e há uma grande parcela de católicos que está aguardando um “insight” com a Transcendência. Muitas vezes a Igreja não sabe lidar com essa realidade. São os que se dizem “católicos não praticantes”. Estes formam o estoque dos futuros ex-católicos. Como dizia D. Eugênio Sales: “O problema da Igreja não são os evangélicos, mas sim os falsos católicos”.

Embora os processos históricos muitas vezes tornem-se arrebatadores e incontornáveis, na visão da hierarquia, a Igreja Católica no Brasil tem se preocupado com o êxodo dos seus fieis. Aperfeiçoa a formação dos sacerdotes, enriquece e alegra os ritos, prioriza a caridade, e o que não se pode providenciar humanamente, a Providência Divina assume. Não obstante, essas atitudes não são suficientes para conter o êxodo católico. O “estrago” será tão grande nas hostes católicas que só no distante futuro poder-se-á avaliá-lo – como aconteceu na percepção histórica da reforma luterana, no século XVI.

O monopólio católico de 500 anos está se desmilinguindo e sendo criada, a partir daí, uma nova força política religiosa contrária às tradições católicas. Resultado desse processo, que não é mais embrionário, pode ser observado nas Minas Gerais, de tradição católica. A principal avenida de entrada de Belo Horizonte, Nossa Senhora do Carmo, passou a se chamar Senhora do Carmo. De notar, também, que a Igreja Assembleia de Deus projeta eleger, este ano, 5.600 vereadores em todo o país, além de investir pesadamente em compra de redes de Rádio e TV (Folha de São Paulo, 22/7).
Interessante observar que nessa Igreja, até a década de 90, ver televisão e ouvir rádio era considerado pecado. Mudaram a doutrina para não perder o “boom” do crescimento. Quem viver, verá!

Mortos, levantai-vos!, preconizava Dom Sebastião Leme em Olinda no início do século XX quando da parcimônia dos católicos frente ao seu isolamento na República nascente. Hoje, poderíamos repetir o discurso. Levantai-vos para conhecer a Igreja; para integrar-se na comunhão dos santos, de que a Igreja é portadora; não vos constrangeis frente a essa tempestade de ofertas de discursos religiosos eloquentes.

Somos testemunhas de milhares de servidores consagrados, bispos, padres, freiras, leigos que se desgastam em vida, como vela no altar, em prol do outro e da Igreja. Se faltam pastores ou estão assoberbados de trabalho, atendamos o apelo bíblico; “sede-vos mesmos”, líderes para evangelizar.  Se somos filhos de uma Igreja que é a genitora de todas as outras, porque estaríamos equivocados? Por acaso, colhe-se maçãs de laranjeiras?

No livro “Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental” central de qualquer civilização. Ao longo de dois mil anos, a maneira de o homem ocidental pensar sobre Deus deve-se sem a menor dúvida à Igreja Católica.

Quando perguntaram a G.K Chesterton, escritor inglês, ex-anglicano, porque é que entrou para a Igreja Romana, ele respondeu: Para me libertar dos meus pecados, porque não há outro sistema religioso que ensina as pessoas (se o professam realmente) a libertarem-se dos seus pecados. (Autobiografia, p.280).

O testemunho de Marco Monteiro Grillo, ex-luterano e agora católico convicto: Se uma igreja que remonta a Cristo e aos apóstolos, em que o subjetivismo simplesmente não existe, e onde uma autoridade visível (o magistério) sempre foi e será responsável pela salvaguarda da fé, essa Igreja só pode ser a Igreja Católica Apostólica Romana, essa Igreja que não está sujeita às intempéries da história, nem aos modismos de cada época, nem aos gostos dos fregueses.

Se no futuro os católicos, mesmo sendo 20% da população, forem comprometidos com Cristo e a Igreja dEle, éticos na vida social e em todos os demais sentidos, a Igreja, que são todos, já terá cumprido a sua missão. Os exemplos atraem.
Luiz Eduardo Cantarelli é jornalista – pós-graduado em Ciência da Religião.
Belo Horizonte – Minas Gerais

domingo, 5 de agosto de 2012

Nossa vocação: viver sacerdotalmente!



Desde pequenos nos acostumamos a pensar em vocação no mês de Agosto. Hoje, como sacerdotes, nossa reflexão precisa ir além, precisa, de fato, identificar-se com a nossa própria existência.
A descoberta da nossa vocação sacerdotal, a partir do nosso encontro com a Pessoa de Jesus, mudou radicalmente o rumo de nossos sonhos. Nossos projetos e aspirações receberam uma plenitude de vida que nunca havíamos pensado antes.
Se todo cristão possui necessariamente uma vocação, e se como sabemos, o chamado a vida cristã não é de forma alguma pequeno, imaginem irmãos, qual é a grandeza do nosso chamado sacerdotal!
Nossa vocação sacerdotal não é oriunda da realidade humana, nem tão pouco de uma necessidade organizacional da Igreja. Sua origem está no Coração do Pai passando pelo Coração humano e divino do Filho, Sumo e Eterno Sacerdote. Sim irmãos, nascemos daquela oração perfeita de Jesus ao Pai no Cenáculo. Está ali o nosso berço!
Nenhum de nós ignora o quanto é difícil viver como sacerdotes hoje. No mundo que se rebela diária e constantemente contra Deus, viver como sacerdote numa sociedade materialista, globalizada, secularizada e hedonista que faz da vida um banquete profano de prazer constitui um verdadeiro desafio; mas foi para viver nestes tempos que fomos ordenados!
Tempos difíceis pedem homens mais fortes. Não basta ter sido ordenado sacerdote, precisamos viver sacerdotalmente. Somos os arautos da esperança nesta mudança de época...
Ajudemo-nos na perseverança ao essencial do ministério nestes tempos difíceis: Se não for tempo de otimismo, que seja tempo de confiança. Se não for tempo de êxito, seja ao menos de fidelidade. Se não for tempo de confiar no ser humano, confiemos no Senhor.
Esperança em Deus, Confiança no Espírito Santo, Fidelidade a Cristo e a Igreja: eis o caminho profético que precisamos percorrer hoje para viver sacerdotalmente este tempo.
Parábens pelo dia do padre.
Obrigado pelo teu sacerdócio!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Católico, jogador argentino Lionel Messi visita Medjugorje de forma privada.


O vidente Ivan Dragicevic confirma que o jogador argentino do Barcelona Futebol Clube, Lionel Messi foi seu convidado em Medjugorje. O boato da sua visita foi espalhado durante todo o mês de julho, e quando os rumores se tornaram realidade, o melhor jogador de futebol do mundo foi despercebido e manteve a sua visita privada.
Vencedor por três vezes do titulo de melhor jogador de futebol do mundo recentemente permaneceu com o vidente Ivan Dragicevic, o jornal de Mostar, Dnevni List informou.
“Messi esteve em Medjugorje, e foi meu convidado.” confirma o vidente.
Lionel Messi agradece a Céu por um gol para o FC Barcelona. O melhor jogador do mundo de futebol é um católico devoto e, recentemente, visitou Medjugorje para ficar com vidente Ivan Dragicevic
Ivan explica ainda que Messi “passou algum tempo” com ele, mas se recusou a entrar em detalhes. Não está claro ainda quando Messi chegou. Diversas pessoas em Medjugorje já tinham ouvido dizer que ele viria, mas ninguém o viu, informa o jornal Dnevni List.
O jornal explica que o jogador chegou em um jato particular em Dubrovnik e foi levado de carro para cruzar a fronteira com a Bósnia até Medjugorje.
Os primeiros rumores de uma visita de Lionel Messi a Medjugorje começaram em 4 de julho, quando o portal de notícias bósnio Klix informou conseguir a informação de uma visita “dentro das próximas duas semanas”. O plano de Messi era ficar fora de vista, circulando nos arredores de Medjugorje, o portal Klix escreveu naquela data.
Nascido em 24 de junho de 1987 em Rosario (Argentina), Messi veio ao mundo no sexto aniversário da primeira aparição em Medjugorje. Com o  Barcelona Futebol Clube, em cuja academia Lionel Messi entrou aos 13 anos, o argentino ganhou 3 títulos Liga dos Campeões da UEFA , 5 campeonatos espanhóis 1 Taça Nacional, e 2 Copas do Mundo de Clubes.
Com a Argentina venceu o torneio de futebol Jogos Olímpicos de 2008 e uma Copa do Mundo para jogadores com menos de 20 anos. Desde sua estréia aos 17 anos em outubro de 2004, Messi marcou raros 169 gols em 205 jogos pelo Barcelona Futebol Clube.
O artilheiro argentino conseguiu permanecer discreto, ainda que os jornalistas fizeram o que puderam:
“Ao longo dos últimos dias ocorreram informações contraditórias sobre a chegada de Messi, de modo que até o último momento não se sabia quando ele viria e onde ele iria ficar.  Houve sugestões de que ele deveria ficar no Hotel Grace, mas essas informações eventualmente se provaram incorretas, ou o hotel foi incapaz de confirmar que Messi tinha confirmado reserva com eles.” informa o Dnevni List.
“Nem poderia o escritório da paróquia de Medjugorje fornecer mais informações sobre os movimentos de Messi porque para eles cada peregrino é igual, e todos têm o seu direito à privacidade.”
Traduzido por Gabriel Paulino – Editor responsável pela agência de notícias Medjugorje Today em língua portuguesa (www.medjugorje.com.br)

Orientações da Igreja Católica para as eleições municipais.





Daniel Baez Brizueña

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), conjuntamente com a sua Regional Sul II – PR criou uma cartilha de orientação para seus fiéis e para todas as pessoas de boa vontade, com vista às eleições municipais de Outubro próximo.

A CNBB ressalta que “todos sonhamos com um mundo mais justo, uma sociedade inspirada nos princípios da verdade e da paz. Pois esse mundo feliz e bom somos nós mesmos que construímos. E as eleições são uma ocasião em que podemos de fato, dar a nossa contribuição para que isso aconteça” destaca a cartilha.

Por outro lado, a CNBB lembra que “nós cristãos, além do dever-cidadão, temos um compromisso a mais: é a fé que nos convoca a prestar a nossa colaboração”, com isto a CNBB quer contribuir para que os eleitores possam ter consciência do valor do seu voto.

É importante lembrar, ao mesmo tempo, que na 50ª Assembleia Geral realizada em Aparecida entre os dias 18 a 26 de abril de 2012, destaca que “em sintonia com os importantes acontecimentos que marcam o país neste ano, especialmente as eleições municipais no próximo mês de outubro.

Expressão de participação democrática, as eleições motivam-nos a dizer uma palavra que ilumine e ajude nossas comunidades eclesiais e todos os eleitores, chamados a exercerem um de seus mais expressivos deveres cidadãos, que é o voto livre e consciente”, destaca os Bispos do Brasil.

A mensagem da CNBB, citando as palavras do Papa Bento XVI que afirma que a sociedade justa, sonhada por todos “deve ser realizada pela política” e que a Igreja “não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça”, reforça a necessidade do trabalho de conscientização da Igreja Católica com todas as suas lideranças.

Para a CNBB, “as eleições municipais têm uma característica própria em ralação às demais para colocar em disputa os projetos que discutem sobre os problemas mais próximos do povo: educação, saúde, segurança, trabalho, transporte, moradia, ecologia, lazer.

Trata-se de um processo eleitoral com maior participação da população porque os candidatos são mais visíveis no cotidiano da vida dos eleitores”, ressalta a cartilha.
Por outro lado, a CNBB manifesta que as eleições são, portanto, momentos propícios, para que “se invista, coletivamente, na construção da cidadania, solidificando a cultura da participação e os valores que definem o perfil dos candidatos”.

Segundo a CNBB “os candidatos devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendado pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitos, em continuo diálogo entre o poder local e suas comunidades”, ressalta a mensagem da CNBB.

A mensagem da CNBB convida para que “os cristãos, participem da vida política do município e do país, já que por este meio vive-se o mandamento da caridade como real serviço aos irmãos, conforme disse o Papa Paulo VI: “A política é uma maneira exigente de viver o compromisso cristão ao serviço dos outros”. Só assim, seremos “fermento que leveda toda a massa”, ressalta a mensagem da CNBB.

A equipe da Regional Sul II, da CNBB, afirma: “Esperamos que as nossas comunidades, sem se deixar instrumentalizar por nenhum candidato ou partido, sejam espaço de diálogo, de esclarecimento, de liberdade de expressão e de consciência, caminho para um novo tempo de cidadania, de fé comprometida e de fraternidade”.

• Este artigo tem como texto Base a Cartilha de Orientação Política da CNBB, para as eleições municipais de 2012.
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